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Quinta-feira, 09 de Maio de 2019, 07:36

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RENOVAÇÃO DE FROTA

Após AMAGGI, G10 compra 300 caminhões da Nova Geração da Scania

Por: Viviane Petroli

Da Redação Mato Grosso Agro

Foto: Divulgação Scania

G10 Scania

 

O conglomerado voltado ao transporte de carga G10, situado em Maringá (PR), acaba de adquirir 300 unidades da Nova Geração de caminhões da Scania. As informações são da montadora suíça. Com a compra o G10 se "iguala" a AMAGGI como maiores compradores da Nova Geração de caminhões da marca, lançada em novembro.

Em novembro de 2018 a Scania anunciou que a AMAGGI, multinacional mato-grossense pertencente à família do ex-ministro da Agricultura, Blairo Maggi, havia adquirido um lote de 300 caminhões Scania R 500 6x4. O lote era a maior venda para um embarcador feita pela Scania no Brasil.

Cerca de cinco meses depois, a Scania volta a anunciar mais uma grande venda para um embarcador e desta vez o G10, uma das maiores transportadoras do Brasil.

O G10 adquiriu 300 unidades, assim como a AMAGGI, da Nova Geração de caminhões da marca. Segundo a montadora, com a consultoria da Casa Scania P.B.Lopes, baseada na maior rentabilidade e nas características da operação, os modelos customizados para o G10 como ideais para o seu trabalho foram R 450 6x2 e R 500 6x4.

As entregas, conforme a Scania, ao conglomerado de transportadoras já começaram e seguirão ao longo do segundo semestre. Serão 190 produtos para a Transpanorama e outros 110 divididos entre as demais empresas (Transfalleiro, Cordiolli, Rodofaixa e VMH Transportes).

"Mais um grande lote vendido que comprova a revolução que a Nova Geração de caminhões está fazendo. O G10 é um dos maiores frotistas do Brasil, e optou pela solução que oferece o menor custo total da operação por quilômetro rodado via customização ideal do produto para a aplicação. A economia de diesel de até 12%, em relação à linha anterior, está fazendo a diferença no dia a dia dos clientes. Já recebemos cerca de 7 mil encomendas da ‘Máquina dos Sonhos’", diz Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil.

Claudio Adamuccio, diretor-presidente do G10 e diretor Administrativo da Transpanorama, pontua que os primeiros lotes recebidos estão surpreendendo as empresas do Grupo. “Comprovamos que a economia de diesel da Nova Geração é maior do que a geração anterior, como foi prometido pela Scania".

Ainda de acordo com Adamuccio, existem três pilares que definem a escolha de um produto e uma marca para o G10. "O primeiro é o econômico, pois na conta do transporte o combustível é o campeão no custo total. O segundo é o conforto da cabine, pois a mão de obra está escassa e precisamos oferecer o melhor caminhão para reter o motorista. O terceiro pilar é a maior disponibilidade de horas do caminhão. Não podemos perder dinheiro com o produto parado e ele precisa dar o mínimo de manutenção".

O lote de 300 unidades foi a maior compra de caminhões num mesmo ano da história do G10. Adamuccio salienta que "A quantidade explica nosso otimismo para 2019. Estamos expandindo os negócios. Abriremos 10 unidades de embarque do G10 e mais quatro para a Transpanorama. Movimentos que aumentarão o faturamento. No G10, planejo crescer 17% e na Transpanorama projetamos um acréscimo de 17% no faturamento. A Nova Geração da Scania será essencial para cumprir estas metas. Na nova gestão do transporte vale o custo por km rodado".

Os caminhões Scania R 500 6x4 são ideais para atuar em longas distâncias e rodarão com implementos rodotrens graneleiros de 25 metros, com capacidade para transportar até 49,5 toneladas de grãos cada um. Todos equipados com freio auxiliar hidráulico Retarder de 4.100Nm. Já os R 450 6x2 são modelos versáteis, também para longas distâncias, e podem formar conjuntos com sider, baú, tanque, por exemplo, além de outras opções diversas.

O agronegócio sempre foi um dos pilares do transporte de cargas rodoviário. E, da mesma forma para o faturamento da Scania. "No caso da Scania, em 2018, o agronegócio representou cerca de 40% do total vendido de caminhões. Para 2019, queremos aumentar esta participação. Estamos otimistas", diz Munhoz.

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