Agronegócio

Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018, 07:23

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EM 2018

Soja representa 55% das exportações de Mato Grosso e milho 14% em 2018

Por: Viviane Petroli

Da Redação Mato Grosso Agro

Foto: Viviane Petroli/Mato Grosso Agro

Soja

 

As exportações mato-grossenses entre janeiro e outubro somaram US$ 13,810 bilhões, sendo 55% oriundos da soja em grão e 14% do milho. Sexto no ranking nacional entre os principais estados exportadores, Mato Grosso acumulou em 10 meses um superávit da balança comercial de US$ 12,582 bilhões.

O superávit de US$ 12,582 bilhões é a diferença entre as exportações (US$ 13,810 bilhões) e as importações (US$ 1,227 bilhão). As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

O levantamento das exportações mato-grossenses revela que somente em soja, mesmo triturada, seguiram para o mercado externo US$ 7,53 bilhões, uma variação positiva de 13,3% em comparação aos embarques realizados entre janeiro e outubro de 2017. Já farelo e resíduos da extração do óleo de soja US$ 1,97 bilhão em produtos foram comercializados para o exterior, 15,3% a mais que no ano anterior.

O milho, com uma participação de 14% nas negociações, assim como o farelo e resíduos da extração do óleo de soja, somou US$ 1,96 bilhão, 0,2% a menos que no ano passado, revela o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

A carne bovina, congelada, fresca ou refrigerada representou 6,5% dos embarques mato-grossenses até outubro, mesmo com recuo de 4,4% nas negociações em relação a 2017. De janeiro a outubro foram exportados em carne bovina US$ 897,54 milhões.

Ainda conforme o Ministério, em algodão bruto foi enviado para o exterior US$ 538,27 milhões, 3,5% a menos que no ano anterior.

Importações

Entre as importações, a liderança das aquisições feitas por Mato Grosso está com o cloreto de potássio. No total foram comprados US$ 543,9 milhões, um aumento de 12,2% em relação a 2017, o que proporciona ao produto um participação de 44% nas compras do estado.

Adubos ou fertilizantes contendo nitrogênio, fósforo e potássio representam 17% das compras, somando US$ 212,6 milhões, seguidos de ureia mesmo em solução aquoso com 12% de participação com seus US$ 142,33 milhões.

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