Agronegócio

Sábado, 03 de Agosto de 2019, 08:07

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#MinhaVozNoAgro

Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio terá painel sobre com experiências femininas no campo

Por: Viviane Petroli

Da Redação Mato Grosso Agro

Foto: Assessoria

Congresso Mulheres do Agronegócio

 

O Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA) levará ao palco 15 mulheres para dividirem suas experiências com as outras participantes. O painel #MinhaVozNoAgro consolida a relevância feminina e dá voz às protagonistas do agronegócio.

O evento tem em 2019 como tema “AGIR – Ação Global: Integração de Redes” e está em sua 4ª edição. O Congresso ocorre nos dias 08 e 09 de outubro e é realizado simultaneamente ao YAMI – Youth Agribusiness Movement International, evento direcionado à nova geração do agronegócio, para jovens de 18 a 30 anos aproximadamente.

A expectativa é que passem pelo CNMA 1.700 participantes de todo o Brasil, reforçando sua importância para o cenário feminino do agronegócio nacional. A promoção, organização e realização do CNMA e do YAMI são do Transamerica Expo Center, com apoio institucional da ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio e coordenação de conteúdo da Biomarketing, do Prof. José Luiz Tejon Megido.

Segundo os organizadores, o #MinhaVozNoAgro será promovido na tarde do dia 09 de outubro e busca firmar um dos objetivos do evento, que é evidenciar a importância de fortalecer uma rede feminina do agro para auxiliar nos desafios e compartilhar as conquistas entre as mulheres que atuam no setor.

“O aumento anual de participantes registrado no CNMA mostra que muitas de nós, mesmo já inseridas no agro, estávamos adormecidas e agora estamos ganhando voz. Unir essas vozes femininas assegura as oportunidades de trabalho e também fortalece as novas lideranças nas tomadas de decisão”, evidencia Maria Iraclézia de Araújo, presidente da Sociedade Rural de Maringá e vice-presidente da Comissão Estadual de Exposições Feiras Agropecuárias do Paraná.

O painel terá como convidada a produtora de Mato Grosso Norma Gatto. “Hoje o cenário é bem diferente. A mulher tornou-se agente de mudanças e transformações, não só no setor do agronegócio, mas também em outras áreas que antes eram preferencialmente ocupadas pelo sexo masculino. A busca por aperfeiçoamento por parte delas é muito grande”.

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