Agricultura

Sexta-feira, 10 de Maio de 2019, 20:12

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Ideal Agro prevê recorde em produtividade em fazendas de Mato Grosso e Piauí

Por: Viviane Petroli

Da Redação Mato Grosso Agro

Com um aumento de aproximadamente 10 mil hectares ante safra 2017/2018, a Ideal Agro prevê recorde em produtividade de soja, milho, algodão, braquiária e estilosante. Braço da O+ Participações, que cuida dos complexos de agricultura do grupo, a Ideal Agro é um grande player de agronegócio presente em Mato Grosso e Piauí e espera colher mais de 240 mil toneladas de grãos.

Na safra 2018/2019 a Ideal Agro semeou 73.600 hectares com soja, milho, algodão, braquiária e estilosante entre os dois estados e a previsão é colher mais de 240 mil toneladas. Somente em soja foram 35 mil hectares, enquanto em milho 18,4 mil hectares, do algodão, com 7,5 mil hectares, e demais culturas, com 12,2 mil hectares.

De acordo com a Ideal Agro, é em Mato Grosso que está sua maior extensão de área plantada com 59 mil hectares distribuídos entre os municípios de Nova Mutum, Paranatinga e Tangará da Serra. No Piauí o endereço do restante da área produtiva é o município de Bom Jesus.

"Tivemos um aumento de área plantada de aproximadamente 10 mil hectares em relação à safra 2017/2018, o que deve contribuir para a elevação da nossa safra este ano. Nossa empresa tem o compromisso de contribuir com a produção de grãos do país, respeitando as normas ambientais com boas práticas agrícolas e tecnologias que permitem maior produtividade", destaca o diretor presidente da empresa, Ramiro Azambuja.

Conforme Ramiro Azambuja, o grupo econômico busca agregar valor na produção primária, ou seja, industrializar e agregar valor aos produtos, gerando riqueza para o Estado e para a população, com um modelo de verticalização de produção focado na integração lavoura-pecuária de forma a alimentar um ciclo produtivo auto-suficiente, de produção de grãos, produção de alimentos, geração de energia e valor.

"Nosso objetivo é produzir com qualidade e transformar, deixando nossas riquezas dentro do Estado, utilizando matéria-prima e mão de obra local, além de promover o desenvolvimento da região sem utilizar áreas embargadas ou de desmatamento, terras indígenas e trabalho escravo ou infantil", completa Azambuja.


*Com informações assessoria de imprensa

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